QUASE
NADA
Autoria - Silvana
Duboc
24/04/2006
Foi longo e
verdadeiro,
forte e derradeiro,
foi o último,
mas pareceu ser o
primeiro.
Enfim, um dia
terminou.
Dele quase nada
restou,
a não ser lembranças,
um pouco de saudade
e uma certa amizade.
Uma coisa, no entanto, eu
aprendi,
nenhum amor termina
aqui,
no adeus, no ponto
final.
Todo amor deixa alguma coisa
especial,
eternamente gravada,
não acaba
completamente,
se transforma em quase
nada.